Polícia

Lei Seca autua 213 motoristas por embriaguez no mês de março, na Paraíba

Lei Seca
Foram realizados 2.530 testes de bafômetro no mês (Foto: Imagem ilustrativa/Divulgação)

A Operação Lei Seca, autuou 213 condutores dirigindo sob efeito de álcool durante todo o mês de março, na Paraíba. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito, as infrações foram registradas nas principais avenidas de João Pessoa e em outras nove cidades do estado.

Além disso, as fiscalizações também enquadraram 245 motoristas por outras infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Balanço

De acordo com o relatório do Detran-PB, foram realizados 2.530 testes de etilômetro (bafômetro), que resultaram na remoção de 43 veículos aos pátios do órgão, além da condução de 4 motoristas à delegacia.

Os agentes responsáveis pelas ações atuaram nas fiscalizações com o auxílio de etilômetros, talonários eletrônicos, redutores de velocidade móveis, camas de faquir, cones de sinalização e barreiras de sinalização retrátil.

Multas

O CTB prevê que os condutores de veículos flagrados sob efeito de álcool estão sujeitos à multa no valor de R$ 2.934,70 e podem responder a processo administrativo de suspensão do direito de dirigir por um ano.

Em caso de reincidência, será cobrado o dobro do valor da multa e o infrator poderá responder por processo de cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

BG com Portal Correio

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Judiciário

Justiça suspende indicação de Alanna Galdino para vaga de conselheira do TCE

Portal T5 | TCE-PB marca julgamento sobre indicação de Alanna Galdino…

A juíza Virgínia Fernandes, da 5ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu, na tarde desta quinta-feira (03), a indicação de Alanna Galdino para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A ação foi movida pelo ex-prefeito de Pocinhos, Cláudio Chaves. Alanna é filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos).

Na decisão, a magistrada suspendeu os efeitos do decreto da Assembleia Legislativa da Paraíba que referendada a indicação de Alanna e determinou, também, a suspensão do ato assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que nomeou a indicada, além da paralisação do processo administrativo em trâmite no Tribunal de Contas do Estado (TCE) relacionado à nomeação.

No despacho, a juíza levantou a necessidade de realização de sabatina com a indicada, o que não aconteceu por parte da Assembleia no processo legislativo.

“A ausência da arguição pública, etapa obrigatória e vinculante prevista no artigo 240 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, afronta diretamente o devido processo legislativo, conferindo ilegalidade formal ao ato de aprovação e, por consequência, autorizando o controle jurisdicional do ato em questão”, despachou.

O relator do processo de indicação, Felipe Leitão (PSD), havia afirmado que a sabatina era optativa.

“Tudo que foi colocado no processo de inscrição já foi o suficiente. É optativo ou não. Diante de tudo o que a gente pode examinar no processo de inscrição da candidata, que preenche de sobra todos os requisitos para inscrição”, explicou Leitão à época.

Virgínia Fernandes também reconheceu que o vínculo familiar entre a nomeada e o presidente da Assembleia exige ainda mais rigor quanto ao cumprimento dos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, previstos na Constituição.

O que diz o regimento 

No artigo 242 do regimento interno da Assembleia, que trata sobre a indicação de conselheiros para o Tribunal de Contas, diz que a Comissão de Constituição e Justiça “poderá” convocar o indicado para ser ouvido em audiência pública, podendo ainda, requisitar informações complementares para instrução do processo. Ou seja, decisão optativa para os integrantes do parlamento.

A decisão é de caráter liminar. A Assembleia poderá recorrer da decisão.

BG com informações de Walison Bezerra

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Brasil

PT torra quase R$ 200 mil em anúncio de Lula sobre isenção do IR

Lula é um dos fundadores do PT, e segue sendo um dos seus maiores nomes.

O PT pagou R$ 197 mil para impulsionar um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 mensais. O conteúdo foi divulgado nos perfis do partido no Facebook e no Instagram.

De acordo com a Biblioteca de Anúncios da Meta, a sigla fez 2 anúncios com a mesma gravação. O 1º foi impulsionado de 18 de março, quando o governo entregou o texto ao Congresso, até 31 de março, e o 2º, de 21 a 31 de março.

“Agora é para valer de verdade! Quem ganha até R$ 5.000 não vai pagar Imposto de Renda a partir de 2026. Nós entregamos um processo no Congresso Nacional e eu tenho certeza de que o Congresso, tanto a Câmara quanto o Senado, irá votar para que o povo brasileiro possa ter um ganho real no seu salário e que possa melhorar a vida”, diz o petista no vídeo.

A isenção para quem ganha até R$ 5.000 era uma promessa de campanha de Lula. A medida ainda não entrou em vigor. Depende da aprovação dos deputados e senadores, que devem fazer ajustes no texto. O governo quer que a proposta passe a valer a partir de 2026 – ano da eleição presidencial.

Essa também é a principal aposta do governo para tentar recuperar a popularidade do presidente. De acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira (2), a desaprovação do trabalho de Lula chegou a 56%, o maior índice desde o início do terceiro mandato.

Outro ladoProcurado, o PT disse que não há qualquer irregularidade” no impulsionamento. Afirmou que a isenção para quem ganha até R$ 5.000 mensais é um projeto de interesse social, além de uma “promessa de campanha cumprida” por Lula.

Poder360

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Paraíba

MPPB investiga indicação de Alanna Galdino à vaga de Conselheira do Tribunal de Contas da Paraíba

Representação contra indicação de Alanna Galdino para vaga de conselheira será julgada pelo TCE na próxima semana

O Ministério Público da Paraíba instaurou um inquérito para apurar possível ilegalidade na indicação de Alanna Galdino ao cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). A vaga surgiu após a aposentadoria do ex-conselheiro Artur Paredes Cunha Lima.

O inquérito tramita em segredo de Justiça e vai ser conduzido pelo promotor Raniere da Silva Dantas, da 38ª Promotoria de Justiça de João Pessoa.

TCE julga

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) vai julgar no próximo dia 9 de abril uma representação do Ministério Público de Contas (MPC) contra a indicação de Alanna Galdino. A representação será analisada pelo conselheiro Nominando Diniz, relator da indicação para a vaga.

O documento é assinado pelas procuradoras Isabella Barbosa Marinho Falcão e Sheylla Barreto Braga de Queiroz.

Na ação, elas citam a prática de nepotismo, alegando o fato de Alanna ser filha do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino. Outro ponto que sustenta a representação seria a ausência de experiência jurídica da nomeada.

O pedido foi transferido para o gabinete do presidente do TCE-PB, Fábio Nogueira que deve analisar o caso.

Blog do BG PB

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Brasil

Sidônio culpa todos os ministros por impopularidade de Lula

Lula é observado por sidônio

O ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, disse nesta quinta-feira (3) que todos os ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade do governo. No entanto, ele afirmou que não se isenta da culpa.

“Não tem nada de eu me isentar de impopularidade. Zero. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo”, afirmou a jornalistas, depois de evento de balanço dos 2 anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2 de abril mostra que a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e chegou a 56%. É o pior índice desde o início do mandato do petista. É ainda a 1ª vez que a percentagem passa de 50%.

O levantamento foi realizado de 27 a 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos.

Segundo o chefe da Secom, seu papel à frente da comunicação do governo é informar. “Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo”, falou.

Poder360

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Brasil

Governo Federal compra móveis escolares por preço 50% acima do mercado; custo total foi de R$ 3 bilhões

Carteiras escolares no padrão exigido pelo FNDE | Foto: FNDE/Divulgação

Uma compra de carteiras escolares pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) foi aprovada em 2024 por 50% a mais que o valor de mercado desses itens.

O custo ficou em R$ 3 bilhões, R$ 1 bilhão acima do que seria com os preços estimados pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 2022 ao analisar o edital.

Um conjunto para mesa para professor que custava R$ 368,88 em 2022 (reajustado pela inflação, R$ 387,55) teve sua compra aprovada por até R$ 1.072, por exemplo, segundo os preços homologados pelo FNDE em um pregão no ano passado.

Foram registradas atas de preços, documentos que autorizam o governo federal ou outros órgãos a comprar das empresas vencedoras do pregão pelos valores registrados quando houver necessidade. Essas atas valem até setembro deste ano.

Com base nessas atas, já foram firmados 14 contratos por diferentes órgãos públicos no país, com valor total de R$ 21,9 milhões, permitindo compras até 2026. Apenas uma pequena parte da compra foi efetivada até agora, portanto.

Restrições questionadas

Segundo empresas que ficaram de fora do pregão eletrônico, o prazo dado pelo ministério para obter a documentação para participar do certame não foi suficiente, o que acabou restringindo a competitividade.

“No termo de referência do edital, há a exigência de laudos e documentos de itens lançados há pouco no mercado (…), não sendo possível o atendimento de tais exigências pela grande maioria dos fornecedores”, alegou a MC Indústria e Comércio de Móveis Ltda.

O FNDE pediu laudos e certificações que não são exigidas pelo Inmetro, para os quais esses fornecedores disseram não estar prontos. O fundo, porém, rejeitou esses recursos, argumentando que os laudos seriam necessários para garantir a qualidade.

“Exigir laudos e certificações de mobiliários escolares é crucial por várias razões”, disse o FNDE em resposta a um recurso. “Primeiro, garantem a segurança dos alunos, assegurando que os móveis atendem a normas que reduzem riscos de acidentes e lesões.”

“Segundo, a certificação garante a durabilidade dos produtos, fabricados com materiais de qualidade e processos adequados, resultando em móveis mais resistentes ao uso intenso. Além disso, a ergonomia é fundamental: móveis certificados proporcionam conforto e evitam problemas de saúde, como dores nas costas e problemas posturais.”

O FNDE é um órgão vinculado ao Ministério da Educação, responsável pelas aquisições de materiais, equipamentos e obras nas escolas. É comandado por Fernanda Pacobahyba. Servidora de carreira do estado do Ceará, ela é próxima do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e foi secretária da Fazenda quando Camilo governou o estado.

No governo Jair Bolsonaro, o órgão foi entregue ao PP e enfrentou investigações sobre irregularidades em repasses para prefeituras.

Questionamento da CGU

O edital tinha sido alvo de questionamentos da CGU em 2022, ainda no governo Bolsonaro. O órgão de controle apontou um risco de sobrepreço de R$ 1,6 bilhão e pediu que o FNDE refizesse o edital e a pesquisa de preços.

Um dos problemas apontados pela CGU —a quantidade exagerada de móveis prevista, de 10 milhões de carteiras— foi corrigido, mas os preços do pregão, realizado em junho de 2024 e vencido por sete empresas, continuaram acima da média de mercado.

De acordo com o edital publicado pelo FNDE, a inflação em 2023 para móveis escolares pode ser estimada em por volta de 5%. Os preços aceitos pelo FNDE, porém, são até 176% maiores que as referências usadas pela CGU em 2022.

O pregão permite comprar 4,5 milhões de carteiras escolares de tamanhos variados, incluindo conjuntos para professores e alunos cadeirantes, num total de R$ 3 bilhões. Os preços estão R$ 1 bilhão acima do que a CGU havia estimado.

No edital do pregão, o FNDE listou 145 licitações realizadas pelo Brasil para comprar carteiras escolares entre 2022 e 2023. Na grande maioria desses certames, os preços ficaram abaixo daqueles aceitos pelo FNDE, mesmo considerando a inflação.

Procurado, o FNDE disse que “as certificações exigidas seguem normas de segurança e sustentabilidade, protegendo estudantes e assegurando responsabilidade ambiental”.

“Com ampla participação de fornecedores de diversas regiões, a licitação garante abrangência nacional e otimização logística, beneficiando milhares de municípios. O FNDE reafirma seu compromisso com a educação pública, garantindo padrões de qualidade que promovam conforto e dignidade aos estudantes”, afirmou o órgão ao UOL.

Cotação de preços

Segundo a CGU, um dos motivos das estimativas de preço infladas do primeiro edital foi a inclusão no cálculo de propostas de preços enviadas por firmas da Abime (Associação Brasileira das Indústrias de Móveis Escolares), que estavam acima do valor de mercado.

Empresas da associação sugeriram vender por R$ 786 um conjunto de carteira escolar que custava em média R$ 374,90, por exemplo.

A controladoria recomendou que as propostas fossem excluídas e que fosse considerada apenas a estimativa das compras realizadas no Comprasnet (hoje Compras.gov.br).

No pregão de 2024, o governo optou por usar estimativas de preço sigilosas. As empresas que conseguiram participar competiram entre si pelos melhores lances.

Os lotes foram divididos por região, considerando as diferenças de preço em cada local do Brasil, e uma empresa diferente venceu cada um deles.

Algumas das vencedoras pertencem à Abime e foram responsáveis pelas propostas de preço questionadas pela CGU. Procurada, a Abime disse que não tem conhecimento específico sobre o pregão e que, por isso, não tem condições de se manifestar.

As empresas que venceram o pregão são a Delta Produtos e Serviços, Incomel Indústria de Móveis, Indústria e Comércio Móveis Kutz, Maqmóveis Indústria e Comércio de Móveis, Milanflex Indústria e Comércio de Móveis, Movesco e Tecno 2000.

Apenas a Maqmóveis respondeu ao contato da reportagem. “A empresa considerou todas as normas de segurança obrigatórias para os produtos, bem como os requisitos específicos dos móveis e as particularidades tributárias e logísticas de cada estado e região”, disse a empresa.

“A Maqmóveis declara, ainda, que cumpriu integralmente a legislação vigente e os termos do edital, com preços compatíveis com os de mercado e inferiores aos de inúmeros outros licitantes, tendo vencido três lotes.”

UOL – por Natália Portinari

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Economia

Lula diz que vai tomar ‘todas as medidas cabíveis’ contra ‘tarifaço’ dos Estados Unidos

Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

O presidente Lula (PT) disse que vai responder a qualquer tentativa de impor protecionismo hoje, após o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar ontem taxas de ao menos 10% sobre todos os produtos brasileiros.

Presidente falou que ações serão baseadas “na Lei da Reciprocidade Econômica e pelas diretrizes da OMC (Organização Mundial do Comércio)”. A Câmara e o Senado aprovaram ontem um projeto de lei que impõe a reciprocidade de regras ambiental e comercial nas relações do Brasil com outros países. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente.

Fala de Lula aconteceu durante evento chamado “Brasil Dando a Volta por Cima”, marcado para fazer um balanço das ações do governo nos últimos dois anos, em meio a uma crise de popularidade. Pesquisa Quaest divulgada nesta semana mostrou que a desaprovação à gestão do presidente continua em alta, e atingiu 56% no último mês.

Não faltaram alfinetadas na gestão Jair Bolsonaro (PL). Foram várias as menções a problemas herdados do ex-presidente e citações de medidas tomadas para resolver a situação. O presidente disse que, quando assumiu o mandato, teve a sensação de voltar para casa, mas encontrar um imóvel “em ruínas”.

UOL

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Polêmica

Aluno morre na academia Bluefit Tambaú, em JP

Um aluno morreu na manhã desta quinta-feira (3) nas dependências da academia Bluefit Tambaú, em João Pessoa. O homem passou mal antes do início de uma aula na sala de lutas da unidade. Equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e tentaram reanimá-lo por aproximadamente uma hora, mas o aluno não resistiu e teve o óbito confirmado no local.

A identidade da vítima não foi divulgada. Não há informações oficiais sobre a causa da morte.

Em suas redes sociais o jornalista Lucas Barros, que frequenta a mesma unidade da academia, relatou indignação com a manutenção das atividades normais no local enquanto o atendimento emergencial acontecia.

Com Maurilio JR

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Brasil

Genial/Quaest: 62% acham que Lula não deve concorrer à reeleição

Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (2/4), revela que 62% dos entrevistados pensam que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não deveria se candidatar à reeleição em 2026. Há 35% que acreditam que Lula deve ser candidato, e 3% não souberam ou não responderam.

O percentual dos que acreditam que Lula não deve se candidatar é o maior desde que a enquete começou a ser feita, em julho de 2024, quando era de 53%. O índice passou para 58% em outubro de 2024 e para 52% em dezembro de 2024.

Os que acreditam que Lula deve se candidatar em 2026 somavam 45% no primeiro levantamento, reduziram para 40% em outubro de 2024, voltaram aos 45% em dezembro de 2024, e, na última parcial, somaram 35%.

O levantamento da Quaest foi realizado de 27 a 31 de março e ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é estimada em 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A entrevista foi realizada face a face com a aplicação de questionários “estruturados”.

Metrópoles

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Polícia

Polícia Civil investiga suspeita de fraude no concurso da Guarda Municipal de Santa Rita

Concurso
Central de Polícia de João Pessoa (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (3) uma operação para investigar uma suspeita de fraude no concurso da Guarda Municipal de Santa Rita.

De acordo com o delegado Aneilton Castro, uma denúncia anônima aponta que candidatos teriam tido acesso ao gabarito de forma antecipada e teriam sido aprovados mediante fraude.

Foram cumpridos cinco mandados de prisão, todos em João Pessoa. Destes suspeitos, quatro já passaram pelo curso de formação e o quinto, que não era candidato, já foi preso em outra operação que também investigava fraude em concurso público.

Segundo Aneilton, uma investigação será feita para apontar se houve transferência de dinheiro que comprove o esquema fraudulento. Os suspeitos serão encaminhados para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, para prestar depoimento.

Portal Correio

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Polícia

OUTSIDE: PF, CGU e MPF deflagram operação contra fraudes em licitações na Paraíba

A Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (3/4), a segunda fase da Operação Outside, com o objetivo de apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de recursos públicos federais.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 14ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Patos/PB. O trabalho busca averiguar indícios de fraude licitatória e desvio de recursos públicos federais repassados a município do estado para realização de obra. Os mandados foram cumpridos na cidade de Patos.

Investigações

A ação teve início em levantamento de informações e da análise de documentos relacionados à contratação da empresa responsável pela execução da obra. Logo após a deflagração da primeira fase da operação, ocorrida em 12 de julho de 2024, foram realizadas fiscalizações, tanto pela CGU quanto pela PF, confirmando indícios apontados na investigação.

A análise da documentação coletada na primeira fase permitiu que a investigação evoluísse ao estágio atual, sendo identificada a participação de novos agentes nos fatos já descobertos.

A nova fase da Operação tem como objetivo o aprofundamento da investigação, bem como apurar elementos que indiquem possível atuação ilícita de investigada, que, utilizando-se de sua posição na administração pública, teria favorecido interesses privados da empresa contratada para realização da obra. O objetivo principal é reverter ao erário os valores pagos indevidamente e a apuração de responsabilidade dos envolvidos nas irregularidades. O valor do contrato, após aditivos, alcança o montante de R$ 6.033.031,26.

Impacto Social

O estado da Paraíba, principalmente na região do sertão paraibano, demanda por crescentes investimentos em obras estruturantes de mobilidade urbana, sendo os desvios de tais recursos de grande prejuízo para a população local.

A 2ª fase da Operação Outside consiste no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal em Patos (PB), município onde acontecem as diligências. O trabalho conta com a participação de auditores da CGU e policiais federais.

A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma Fala.BR para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre esta operação ou quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico do Fala.BR. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.

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