Brasil

PARANÁ PESQUISAS: Tarcísio de Freitas é o principal rival de Lula em 2026; veja cenários

Fotografia colorida de Lula e Tarcísio conversando no Palácio do Planalto, em Brasília - Metrópoles

Uma pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (13), aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o principal adversário do presidente Lula (PT) para as eleições presidenciais de 2026.

O instituto realizou cinco pesquisas, sendo quatro estimuladas (quando são apresentados os nomes dos pré-candidatos) e uma espontânea (quando não são apresentados os nomes).

Para a pesquisa espontânea, Lula aparece com 22,1% das intenções de voto, seguido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 14,3%. Tarcísio está em terceiro, com 1,3%.

No entanto, a preço de hoje, Bolsonaro está inelegível até 2023 por uma condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por isso, o Paraná Pesquisas não colocou o nome do ex-presidente nas pesquisas estimuladas.

Cenário 1

Em um primeiro cenário, Lula tem 36,6% das intenções de voto, contra 12,7% de Tarcísio. Ainda aparecem a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), com 7,4%; o senador Sergio Moro (União-PR), com 6,7%; e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 6,3%.

Completam a lista o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 5,7%; o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 4,6%; o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), com 2,1%; a senadora Tereza Cristina (PP-MS), com 1,9%; e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 1,2%.

Cenário 2

O segundo cenário foi medido sem a presença dos governadores de Minas Gerais, Paraná e Goiás. Para esse levantamento, Lula tem 37,6% das intenções de voto e Tarcísio 18,9%. Simone Tebet somou 9%, Ciro Gomes, 8,7% e Eduardo Leite, 3,7%.

Cenário 3

Outra simulação foi entre Lula e os governadores de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de Simone Tebet e Ciro Gomes. Aqui, Lula somou 37,6% das intenções de voto, contra com 15,3% de Romeu Zema; 8,8% de Ciro Gomes e Simone Tebet (empatados); e 4% de Eduardo Leite.

Cenário 4

O último cenário contra com o governador do Paraná, de Minas Gerais e Goiás, além de Ciro e Simone Tebet. Lula teve 37,7% das respostas, contra 12,8% de Ratinho Júnior; 9,2% de Ciro Gomes; 8,7% de Simone Tebet e 4,1% de Eduardo Leite.

A pesquisa

O instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.020 eleitores em 126 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, entre os dias 29 de setembro e 3 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e foi registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/2.

Metrópoles

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Brasil

Sidônio culpa todos os ministros por impopularidade de Lula

Lula é observado por sidônio

O ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, disse nesta quinta-feira (3) que todos os ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade do governo. No entanto, ele afirmou que não se isenta da culpa.

“Não tem nada de eu me isentar de impopularidade. Zero. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo”, afirmou a jornalistas, depois de evento de balanço dos 2 anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2 de abril mostra que a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e chegou a 56%. É o pior índice desde o início do mandato do petista. É ainda a 1ª vez que a percentagem passa de 50%.

O levantamento foi realizado de 27 a 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos.

Segundo o chefe da Secom, seu papel à frente da comunicação do governo é informar. “Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo”, falou.

Poder360

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Brasil

Governo Federal compra móveis escolares por preço 50% acima do mercado; custo total foi de R$ 3 bilhões

Carteiras escolares no padrão exigido pelo FNDE | Foto: FNDE/Divulgação

Uma compra de carteiras escolares pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) foi aprovada em 2024 por 50% a mais que o valor de mercado desses itens.

O custo ficou em R$ 3 bilhões, R$ 1 bilhão acima do que seria com os preços estimados pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 2022 ao analisar o edital.

Um conjunto para mesa para professor que custava R$ 368,88 em 2022 (reajustado pela inflação, R$ 387,55) teve sua compra aprovada por até R$ 1.072, por exemplo, segundo os preços homologados pelo FNDE em um pregão no ano passado.

Foram registradas atas de preços, documentos que autorizam o governo federal ou outros órgãos a comprar das empresas vencedoras do pregão pelos valores registrados quando houver necessidade. Essas atas valem até setembro deste ano.

Com base nessas atas, já foram firmados 14 contratos por diferentes órgãos públicos no país, com valor total de R$ 21,9 milhões, permitindo compras até 2026. Apenas uma pequena parte da compra foi efetivada até agora, portanto.

Restrições questionadas

Segundo empresas que ficaram de fora do pregão eletrônico, o prazo dado pelo ministério para obter a documentação para participar do certame não foi suficiente, o que acabou restringindo a competitividade.

“No termo de referência do edital, há a exigência de laudos e documentos de itens lançados há pouco no mercado (…), não sendo possível o atendimento de tais exigências pela grande maioria dos fornecedores”, alegou a MC Indústria e Comércio de Móveis Ltda.

O FNDE pediu laudos e certificações que não são exigidas pelo Inmetro, para os quais esses fornecedores disseram não estar prontos. O fundo, porém, rejeitou esses recursos, argumentando que os laudos seriam necessários para garantir a qualidade.

“Exigir laudos e certificações de mobiliários escolares é crucial por várias razões”, disse o FNDE em resposta a um recurso. “Primeiro, garantem a segurança dos alunos, assegurando que os móveis atendem a normas que reduzem riscos de acidentes e lesões.”

“Segundo, a certificação garante a durabilidade dos produtos, fabricados com materiais de qualidade e processos adequados, resultando em móveis mais resistentes ao uso intenso. Além disso, a ergonomia é fundamental: móveis certificados proporcionam conforto e evitam problemas de saúde, como dores nas costas e problemas posturais.”

O FNDE é um órgão vinculado ao Ministério da Educação, responsável pelas aquisições de materiais, equipamentos e obras nas escolas. É comandado por Fernanda Pacobahyba. Servidora de carreira do estado do Ceará, ela é próxima do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e foi secretária da Fazenda quando Camilo governou o estado.

No governo Jair Bolsonaro, o órgão foi entregue ao PP e enfrentou investigações sobre irregularidades em repasses para prefeituras.

Questionamento da CGU

O edital tinha sido alvo de questionamentos da CGU em 2022, ainda no governo Bolsonaro. O órgão de controle apontou um risco de sobrepreço de R$ 1,6 bilhão e pediu que o FNDE refizesse o edital e a pesquisa de preços.

Um dos problemas apontados pela CGU —a quantidade exagerada de móveis prevista, de 10 milhões de carteiras— foi corrigido, mas os preços do pregão, realizado em junho de 2024 e vencido por sete empresas, continuaram acima da média de mercado.

De acordo com o edital publicado pelo FNDE, a inflação em 2023 para móveis escolares pode ser estimada em por volta de 5%. Os preços aceitos pelo FNDE, porém, são até 176% maiores que as referências usadas pela CGU em 2022.

O pregão permite comprar 4,5 milhões de carteiras escolares de tamanhos variados, incluindo conjuntos para professores e alunos cadeirantes, num total de R$ 3 bilhões. Os preços estão R$ 1 bilhão acima do que a CGU havia estimado.

No edital do pregão, o FNDE listou 145 licitações realizadas pelo Brasil para comprar carteiras escolares entre 2022 e 2023. Na grande maioria desses certames, os preços ficaram abaixo daqueles aceitos pelo FNDE, mesmo considerando a inflação.

Procurado, o FNDE disse que “as certificações exigidas seguem normas de segurança e sustentabilidade, protegendo estudantes e assegurando responsabilidade ambiental”.

“Com ampla participação de fornecedores de diversas regiões, a licitação garante abrangência nacional e otimização logística, beneficiando milhares de municípios. O FNDE reafirma seu compromisso com a educação pública, garantindo padrões de qualidade que promovam conforto e dignidade aos estudantes”, afirmou o órgão ao UOL.

Cotação de preços

Segundo a CGU, um dos motivos das estimativas de preço infladas do primeiro edital foi a inclusão no cálculo de propostas de preços enviadas por firmas da Abime (Associação Brasileira das Indústrias de Móveis Escolares), que estavam acima do valor de mercado.

Empresas da associação sugeriram vender por R$ 786 um conjunto de carteira escolar que custava em média R$ 374,90, por exemplo.

A controladoria recomendou que as propostas fossem excluídas e que fosse considerada apenas a estimativa das compras realizadas no Comprasnet (hoje Compras.gov.br).

No pregão de 2024, o governo optou por usar estimativas de preço sigilosas. As empresas que conseguiram participar competiram entre si pelos melhores lances.

Os lotes foram divididos por região, considerando as diferenças de preço em cada local do Brasil, e uma empresa diferente venceu cada um deles.

Algumas das vencedoras pertencem à Abime e foram responsáveis pelas propostas de preço questionadas pela CGU. Procurada, a Abime disse que não tem conhecimento específico sobre o pregão e que, por isso, não tem condições de se manifestar.

As empresas que venceram o pregão são a Delta Produtos e Serviços, Incomel Indústria de Móveis, Indústria e Comércio Móveis Kutz, Maqmóveis Indústria e Comércio de Móveis, Milanflex Indústria e Comércio de Móveis, Movesco e Tecno 2000.

Apenas a Maqmóveis respondeu ao contato da reportagem. “A empresa considerou todas as normas de segurança obrigatórias para os produtos, bem como os requisitos específicos dos móveis e as particularidades tributárias e logísticas de cada estado e região”, disse a empresa.

“A Maqmóveis declara, ainda, que cumpriu integralmente a legislação vigente e os termos do edital, com preços compatíveis com os de mercado e inferiores aos de inúmeros outros licitantes, tendo vencido três lotes.”

UOL – por Natália Portinari

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Economia

Lula diz que vai tomar ‘todas as medidas cabíveis’ contra ‘tarifaço’ dos Estados Unidos

Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

O presidente Lula (PT) disse que vai responder a qualquer tentativa de impor protecionismo hoje, após o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar ontem taxas de ao menos 10% sobre todos os produtos brasileiros.

Presidente falou que ações serão baseadas “na Lei da Reciprocidade Econômica e pelas diretrizes da OMC (Organização Mundial do Comércio)”. A Câmara e o Senado aprovaram ontem um projeto de lei que impõe a reciprocidade de regras ambiental e comercial nas relações do Brasil com outros países. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente.

Fala de Lula aconteceu durante evento chamado “Brasil Dando a Volta por Cima”, marcado para fazer um balanço das ações do governo nos últimos dois anos, em meio a uma crise de popularidade. Pesquisa Quaest divulgada nesta semana mostrou que a desaprovação à gestão do presidente continua em alta, e atingiu 56% no último mês.

Não faltaram alfinetadas na gestão Jair Bolsonaro (PL). Foram várias as menções a problemas herdados do ex-presidente e citações de medidas tomadas para resolver a situação. O presidente disse que, quando assumiu o mandato, teve a sensação de voltar para casa, mas encontrar um imóvel “em ruínas”.

UOL

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Polêmica

Aluno morre na academia Bluefit Tambaú, em JP

Um aluno morreu na manhã desta quinta-feira (3) nas dependências da academia Bluefit Tambaú, em João Pessoa. O homem passou mal antes do início de uma aula na sala de lutas da unidade. Equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e tentaram reanimá-lo por aproximadamente uma hora, mas o aluno não resistiu e teve o óbito confirmado no local.

A identidade da vítima não foi divulgada. Não há informações oficiais sobre a causa da morte.

Em suas redes sociais o jornalista Lucas Barros, que frequenta a mesma unidade da academia, relatou indignação com a manutenção das atividades normais no local enquanto o atendimento emergencial acontecia.

Com Maurilio JR

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Brasil

Genial/Quaest: 62% acham que Lula não deve concorrer à reeleição

Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (2/4), revela que 62% dos entrevistados pensam que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não deveria se candidatar à reeleição em 2026. Há 35% que acreditam que Lula deve ser candidato, e 3% não souberam ou não responderam.

O percentual dos que acreditam que Lula não deve se candidatar é o maior desde que a enquete começou a ser feita, em julho de 2024, quando era de 53%. O índice passou para 58% em outubro de 2024 e para 52% em dezembro de 2024.

Os que acreditam que Lula deve se candidatar em 2026 somavam 45% no primeiro levantamento, reduziram para 40% em outubro de 2024, voltaram aos 45% em dezembro de 2024, e, na última parcial, somaram 35%.

O levantamento da Quaest foi realizado de 27 a 31 de março e ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erro é estimada em 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A entrevista foi realizada face a face com a aplicação de questionários “estruturados”.

Metrópoles

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Polícia

Polícia Civil investiga suspeita de fraude no concurso da Guarda Municipal de Santa Rita

Concurso
Central de Polícia de João Pessoa (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (3) uma operação para investigar uma suspeita de fraude no concurso da Guarda Municipal de Santa Rita.

De acordo com o delegado Aneilton Castro, uma denúncia anônima aponta que candidatos teriam tido acesso ao gabarito de forma antecipada e teriam sido aprovados mediante fraude.

Foram cumpridos cinco mandados de prisão, todos em João Pessoa. Destes suspeitos, quatro já passaram pelo curso de formação e o quinto, que não era candidato, já foi preso em outra operação que também investigava fraude em concurso público.

Segundo Aneilton, uma investigação será feita para apontar se houve transferência de dinheiro que comprove o esquema fraudulento. Os suspeitos serão encaminhados para a Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, para prestar depoimento.

Portal Correio

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Polícia

OUTSIDE: PF, CGU e MPF deflagram operação contra fraudes em licitações na Paraíba

A Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (3/4), a segunda fase da Operação Outside, com o objetivo de apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de recursos públicos federais.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 14ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Patos/PB. O trabalho busca averiguar indícios de fraude licitatória e desvio de recursos públicos federais repassados a município do estado para realização de obra. Os mandados foram cumpridos na cidade de Patos.

Investigações

A ação teve início em levantamento de informações e da análise de documentos relacionados à contratação da empresa responsável pela execução da obra. Logo após a deflagração da primeira fase da operação, ocorrida em 12 de julho de 2024, foram realizadas fiscalizações, tanto pela CGU quanto pela PF, confirmando indícios apontados na investigação.

A análise da documentação coletada na primeira fase permitiu que a investigação evoluísse ao estágio atual, sendo identificada a participação de novos agentes nos fatos já descobertos.

A nova fase da Operação tem como objetivo o aprofundamento da investigação, bem como apurar elementos que indiquem possível atuação ilícita de investigada, que, utilizando-se de sua posição na administração pública, teria favorecido interesses privados da empresa contratada para realização da obra. O objetivo principal é reverter ao erário os valores pagos indevidamente e a apuração de responsabilidade dos envolvidos nas irregularidades. O valor do contrato, após aditivos, alcança o montante de R$ 6.033.031,26.

Impacto Social

O estado da Paraíba, principalmente na região do sertão paraibano, demanda por crescentes investimentos em obras estruturantes de mobilidade urbana, sendo os desvios de tais recursos de grande prejuízo para a população local.

A 2ª fase da Operação Outside consiste no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal em Patos (PB), município onde acontecem as diligências. O trabalho conta com a participação de auditores da CGU e policiais federais.

A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma Fala.BR para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre esta operação ou quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico do Fala.BR. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.

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Paraíba

Literatura de cordel é reconhecida como patrimônio cultural imaterial da Paraíba

Foto: Reprodução/IPHAN

A Literatura de Cordel agora é patrimônio cultural imaterial da Paraíba. Uma lei, de autoria da deputada Cida Ramos (PT), foi publicada nesta terça-feira (2) e reconhece a importância do cordel como manifestação artística para a identidade e cultura paraibana.

Quando apresentou o projeto, a deputada afirmou que ele “representa não apenas uma valorização da herança cultural do estado, mas também um compromisso com a preservação, a educação e a valorização das tradições populares que formam a essência da identidade paraibana.”

Em 2018, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu a literatura de cordel como patrimônio cultural imaterial brasileiro

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Polícia

Operação cumpre mandados contra membros de facções criminosas no Sertão paraibano

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Membros de facções criminosas são alvo de uma operação da polícias Civil e Militar na manhã desta quinta-feira (3) em Santa Luzia, no Sertão paraibano. Os investigados são envolvidas numa disputa violenta, que terminou com quatro execuções nos três primeiros meses deste ano na cidade. Estão sendo cumpridos 12 mandados judiciais nesta fase da operação.

Segundo o delegado Rodrigo Monteiro, delegado Seccional de Patos, a operação busca atingir duas organizações criminosas rivais. Esses grupos estão sendo investigados por estarem envolvidos em sete homicídios ocorridos entre os meses de setembro do ano passado e março deste ano na cidade de Santa Luzia.

Segundo o delegado Eduardo Luna, titular da Delegacia de Santa Luzia, o conflito entre os grupos teve início após integrantes saírem de uma das organizações em agosto do ano passado e passarem a fazer parte da facção rival.

Essas disputas vêm acontecendo, de forma predominante, nos bairros da Vila e Monte.

A operação envolveu a atuação de 150 policiais civis e militares das Delegacias de Santa Luzia, Delegacia de Homicídios e Entorpecentes de Patos (DHE), Delegacia de Roubos e Furtos de Patos (DRF), Delegacia de Teixeira, Delegacia de São Mamede, Delegacia da Mulher (DEAM), 1ª DD de Patos, 3ª Superintendência de Patos e Policiais Militares integrantes do 3º Batalhão de Polícia Militar de Patos.

MaisPB

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Mundo

Tarifaço dos EUA pode pressionar inflação brasileira e gerar ambiente de incerteza global

Foto: Daniel Torok/White House

Em mais um passo da sua agenda protecionista, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nessa quarta-feira (2) um novo pacote de tarifas comerciais recíprocas sobre diversas nações, incluindo o Brasil. A medida entra em vigor no próximo sábado (5), mas especialistas entendem que, caso as políticas de Trump falhem, os EUA podem sofrer uma desaceleração do crescimento econômico e pressionar a inflação das demais nações, o que poderia causar um desequilíbrio na economia global.

Como efeito imediato, analistas avaliam que o aumento das tarifas podem gerar um encarecimento de determinados produtos vendidos no Brasil. O economista Hugo Garbe explica que a inflação brasileira é sensível a choques externos, especialmente em questões relacionadas ao câmbio, canal de insumos e expectativas inflacionárias.

“Se as tarifas dos EUA causarem aumento global nos preços de produtos intermediários, como fertilizantes, semicondutores, maquinário, esses custos se transmitem para a cadeia produtiva doméstica, sobretudo na agroindústria e no setor manufatureiro. O retorno a um modelo protecionista pelos EUA pode levar a retaliações tarifárias cruzadas e à erosão das instituições multilaterais de comércio, como a OMC, criando um ambiente de incerteza que penaliza países emergentes como o Brasil, mais dependentes de previsibilidade no comércio internacional”, analisa.

Apoiado por alguns setores da indústria americana, o “dia da libertação nacional” vinha sendo um dos pontos mais defendidos por Trump durante o segundo mandato. Com o temor de uma recessão nos Estados Unidos, mercados e potencias globais tentam ignorar ruídos e procuram se adaptar às novas políticas da administração do republicano.

O novo pacote estipula uma linha de base de 10% nas taxas, que vai atingir países como Brasil, Costa Rica e Turquia. Entretanto, nações como China, Vietnã, Suíça e África do Sul foram penalizados com tarifas maiores, de até 46%.

Desde o início do atual mandato, Trump tem aplicado tarifas sobre as importações de diferentes produtos, gerando tensão diplomática com os principais aliados do país e desencadeando uma guerra comercial, por exemplo, com Canadá e União Europeia.

Uma das maiores preocupações relacionadas ao tarifaço de Trump são as demissões em massa, que podem gerar consequências negativas na economia americana.

R7

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